sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Fundação Renascer contesta informações do CNJ

21/01/2011 09:08:58


A Fundação Renascer, vinculada a Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides), em nota, rebate as críticas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quando diz que as unidades, além de estarem com as estruturas comprometidas, têm arquitetura prisional, prejudicando a realização de atividades esportivas, lúdicas e profissionalizantes.

De acordo com a assessoria de Comunicação, a instituição tem avanços na execução das medidas socioeducativas, através da modernização de estruturas físicas, atendimento aos adolescentes em conflito com a lei, progressão de medidas socioeducativas, realização de cursos profissionalizantes e da valorização dos profissionais que atuam nas unidades, através de cursos de capacitação e convênio com o Ipesaúde.

A nota esclarece ainda, que os diretores e todos os funcionários que atuam como agentes socioeducadores das unidades são servidores de carreira e não vocacionados, pois trabalham pela infância há muito tempo. Ocorrendo o mesmo com psicólogos e assistentes sociais. Além disso, relata a existência de um movimento de mudança nas unidades, uma preocupação por parte dos gestores em melhorar a realidade dos internos.

Em Sergipe cumprimento de medida socioeducativa não é sinônimo de reclusão. Os adolescentes em cumprimento de medida de internação têm acesso garantido ao ensino formal, profissionalizantes, atividades culturais, religiosas e esportivas. Lembrou ainda que, em uma ação pioneira no Brasil, uma equipe de Futebol de Areia formada por socioeducandos, participou do campeonato sergipano da categoria e ficou entre os quatro finalistas, fato que mereceu reconhecimento da TV Justiça, que através de sua afiliada local fez matéria destacando a ação.

Ainda segundo a nota, as equipes técnicas da Fundação Renascer também desenvolvem ações para inserir o socioeducando no mercado de trabalho, através de empresas privadas e órgãos públicos. As famílias também recebem atendimento diferenciado e através dos grupos de trabalho, que realizam palestras e eventos voltados para conscientização do papel delas no processo de ressocialização.

Fonte: Jornal do Dia
Cidadania se faz aqui.
Postado por  Júnior de Edna Valadares em 21/01/2011

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